O autor, além de tentar fugir da polícia e resistir a prisão, agrediu verbalmente a equipe e praticou o crime de injúria racial
Um sujeito foi detido através da Guarda Civil Municipal de Ourinhos na noite do domingo, 22/3, acusado da prática de golpe do falso pix, aplicado contra uma adega da cidade. De acordo com a vítima, o autor já havia agido contra a empresa em outras oportunidades.
Por volta das 19h00 a equipe estava estacionada na praça dos Burgueses em cumprimento da ordem de serviço 023/2026, quando M. V. pediu apoio para acompanhá-lo numa entrega de produtos que foram adquiridos por intermédio do golpe conhecido como “golpe do Pix falso”, onde o autor altera o comprovante de pagamento por intermédio de App eletrônico com o intuito de induzir o comerciante a acreditar no pagamento e entregar a mercadoria de bom grado.
De acordo com o solicitante, os autores já haviam aplicado o golpe outras duas vezes, apesar disso, devido à demanda de serviço, não foram capazes de confirmar se o pagamento havia caído na conta no instante do pedido.
Com o suporte da GCM, acompanhamos o colaborador da adega, B. C. se dirigiu até a rua Noburo Endo – endereço fornecido pelos bandidos para a realização da entrega dos produtos.
No local, aguardavam a chegada da encomenda os munícipes L. e M., enquanto que C. e D. aguardavam existe por volta de 30 metros do local. Quando os agentes realizaram a abordagem de L. e M., C. e D. empreenderam fuga sendo perseguido até a Rua Padre Bruno Welter, onde foi feita a abordagem.
D. acatou todas as ordens emanadas através da equipe, apesar disso C. concedeu resistência física e agrediu verbalmente a equipe com palavras de baixo calão e injúria racial, fazendo-se necessário o uso escalonado da força para quebrar a resistência física proporcionada.
O entregador, que havia feito todas as entregas solicitadas por intermédio do golpe, reconheceu os pessoas e informou que no dia 21/03, D. havia recebido a entrega e no dia 22/03 por volta das 15 horas foi C. quem recebeu a encomenda. Diante dos acontecimentos, todos foram conduzidos até a CPJ com o suporte da VTR 479.
Durante o percurso até a Central de Polícia Judiciária, C. voltou a proferir xingamentos contra a equipe e passou a chamar o encarregado de “Preto safado” de forma pejorativa. Não foi necessário o uso de algemas nos demais pessoas conduzidos, exclusivamente em C. devido à resistência proporcionada e ao receio de fuga.
O acontecimento foi apresentada ao delegado de plantão, que depois de ouvir as partes, tomou o entendimento de que C. era o responsável através da empreitada criminosa e que os outros averiguados não tinham ciência da procedência ilícita da entrega dos produtos, mantendo o autor detido à disposição da Justiça através do crime de estelionato e injúria racial, liberando os outros envolvidos.
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Com informações de Negocião



